PIRATEN kritisieren Heiko Maas: Ich weiß bald, wer Du bist…

PIRATEN kritisieren Heiko Maas: Ich weiß bald, wer Du bist…

Auch mit den Nachbesserungen am Gesetzesentwurf zum Netzwerkdurchsetzungsgesetz von Justiziminister Heiko Maas stellt es nach Meinung der Piratenpartei immer noch eine Gefahr für Aktivismus und Journalismus im Netz dar.

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Automação Seja Louvada

Automação Seja Louvada

Nesse artigo* eu discuto o problema de confiar em máquinas para fazer nosso trabalho, administrar nossos canais de notícias, dirigir nossos ônibus escolares, educar nossas crianças e uma porção de coisas que consideramos muito chatas e difíceis para fazer nós mesmos. Oh! E citações, muitas citações! Houston, nós temos um problema. De acordo com as mídias sociais, uma grande fração de nossa população estará em breve desempregada. Não apenas desempregada, mas inempregável. Graças ao rápido crescimento da automação e as recentes descobertas em Machine Learning, a maior parte da força de trabalho humana mundial será em breve obsoleta economicamente. Muito jovem para se aposentar, e muito velho para se treinar, haverá um enorme deslocamento de mão de obra não qualificada. Isso não é apenas especulação ociosa. Líderes cientistas e políticos reconheceram a urgência deste problema e a importância de abordá-lo em nossa sociedade.   Trens levarão 332 milhões de passageiros durante a maior migração da História.   Automação não afeta apenas o trabalho não qualificado. Muitos trabalhos que requerem formações avançadas e anos de experiência estão vulneráveis, incluindo um grande número de médicos, advogados e analistas financeiros. Cada uma dessas profissões faz trabalhos que já estão sendo aprendidos, automatizados e otimizados por máquinas. Mesmo a pesquisa matemática nos limites da nossa compreensão pode ser automatizada. Um número crescente de matemáticos hoje usa assistentes de prova interativos e provadores automáticos de teoremas para verificar provas e até mesmo derivar novas verdades. Mas se os eventos atuais apresentam qualquer indicação, o que é verdade e o que é verificável são questões completamente diferentes.   “E quando suas criações lhe ultrapassarem e encontrarem as respostas que você procura, você não irá entender suas análises e não poderá verificá-las. Você terá que aceitar suas palavras com fé – ou usar a teoria da informação para simplifica-la, para esmagar o hipercubo em duas dimensões e a garrafa de Klein em três para simplificar a realidade e orar para quaisquer deuses que sobreviverem o milênio pedindo que a sua honorável simplificação da verdade não venha danificar quaisquer de seus pilares fundamentais. Você irá contratar pessoas como eu, um cruzamento progênico de analisadores de perfil, assistentes de prova e teoristas da informação… em um contexto formal você pode me chamar de Synthesista.” —Peter Watts, Blindsight (2006)   Peter Watts, em sua primeira obra de ficção, Blindsight, imagina a profissão de “Synthesistas”, interpretadores profissionais que ajudam a traduzir a comunicação entre Inteligências Artificiais e humanos. Em um futuro onde a maioria das descobertas científicas são feitas por Inteligências Artificiais, synthesistas “explicam aquilo que é incompreensível para aquele que é indiferente”. O protagonista de Watts, Siri Keaton, é um oficial de ciências que viaja pelo espaço e encontra um Cérebro Matrioshka fora do sistema solar. Siri se une a uma missão de reconhecimento para coletar observações e verificar a verdadeira natureza desse estranho objeto. Mas como Siri logo percebe, nem todas as verdades podem ser verificadas. As ficções científicas futuristas tendem a cair dentro de três amplas categorias. Os … Continue reading

[Opinião] A escuta autoritária, o falar no lugar do outro.

[Opinião] A escuta autoritária, o falar no lugar do outro.

A escuta autoritária, o falar no lugar do outro. por galdino. * Este texto não reflete posicionamento do partido, mas se trata de um texto de opinião * “Afinal, o que é escuta autoritária? Acredito que seja uma postura (bastante comum, todos nós já a tivemos) de escuta, estruturada nas seguintes características: 1-) Escuto buscando o erro no discurso do outro, procurando o que preciso reclamar, o que preciso problematizar, o que está fora do lugar. Não há preocupação em entender, mas em buscar um ataque; 2-) O desprezo apriorístico: “Vai, fala, não deve sair nada bom mesmo, mas não custa deixar falar. Fala aí”; 3-) A escuta temporal: Eu escuto buscando o intervalo em que poderei fazer algum comentário genial, e “lacrar”. 4-) Negação da subjetividade: “É omi, cis, hetero e branco? Morre! Não tem que falar” (Como é que escuta assim, gente?)” Esse trecho foi retirado de um texto de Helena Vieira, publicado em seu perfil pessoal no Facebook. Embora esse tipo de postura não seja exclusiva de debates políticos, parece que tem se tornado um paradigma consolidado e intensificado nas redes sociais virtuais. Principalmente em redes que oferecem possibilidade de reprodução e “premiação” do discurso (uma curtida no Facebook, no Twitter etc.), existem claras recompensas na busca pelotiming da intervenção “lacradora” – como frases de efeito, o eco virtual é grande e fortalece o ego/Eu da pessoa, não necessariamente de uma forma saudável. Podemos pensar em uma dinâmica de elevação da autoestima pessoal através desse tipo de fortalecimento, algo que pode parecer satisfatório no curto prazo, mas que não resolve realmente o problema, mas o desloca. Mas não é a ideia deste texto desvendar os mecanismos e origens últimas desse tipo de comportamento caracterizado como “escuta autoritária”. Esses quatro pontos citados, eles podem servir para uma espécie de teste: podemos nos perguntar algo, pensando em cada um deles. 1) “quantas vezes eu fiquei apenas esperando um deslize para enquadrar a pessoa em uma categoria opressora, dando pouca atenção para o diálogo em geral?”; 2) “quantas vezes eu julguei a pessoa desde o início da conversa de forma que nunca encontraria satisfação em qualquer coisa que ela dissesse?”; 3) “quantas vezes eu fiquei torcendo por um tipo de comentário para poder jogar uma resposta “foda” e ganhar o debate?”; 4) “quantas vezes eu me recusei a dar espaço para a pessoa falar por conta de certas características dela, mesmo sem conhecer absolutamente nada sobre a vida da pessoa?”. E por aí vai. Se abaixamos um pouco as muralhas do nosso ego, podemos achar em nossa memória exemplos de diversas coisas assim. Teve aquele dia que promovemos uma sessão pública de ataques a uma pessoa que nem conhecemos porque ela disse algo que não pegou bem, esquecendo que na semana anterior fizemos algo parecido, mas o que importa mesmo é saber caçar bem um erro no discurso alheio (no nosso nem tanto). E aquela vez que nem queríamos ouvir o que alguém tinha a dizer, mesmo toda pessoa sendo … Continue reading

FernUniversität in Hagen: Studiengebühren abgewendet!

FernUniversität in Hagen: Studiengebühren abgewendet!

Mehrere Studierende haben gegen die Einführung einer Studiengebühr an der FernUni geklagt, drei von ihnen bis zum OVG NRW. Einer von ihnen ist Pascal Hesse, Mitglied des Studierendenparlaments und 2013 – bei  Einführung der Studiengebühr – als Mitglied des Senats für Grüne, Piraten und Linke vehementer Kämpfer gegen eine Grundgebühr. Der Essener und Bundespressesprecher der Piratenpartei Deutschland hat vor Gericht gewonnen.  Es ist ein großer Erfolg für alle Studierenden, die sich gegen Studiengebühren einsetzen“, betont Pascal Hesse, Studierender an der FernUniversität in Hagen und Mitglied im Studierendenparlament. Der 15. Senat des Oberverwaltungsgerichts hat nunmehr festgestellt, dass die von der FernUniversität von allen Studierenden erhobene Grundgebühr nicht vom Gesetz gedeckt und damit rechtswidrig ist. Der heute 30-jährige Essener hatte nach Einführung der Grundgebühr gegen diese geklagt. Mit seinem Urteil ist das Gericht nun seiner Rechtsauffassung gefolgt. Seit Mitte 2016 gehört der gelernte Journalist nicht mehr dem Senat an, ist jedoch weiterhin Mitglied im Studierendenparlament sowie im Fachschaftsrat Kultur- und Sozialwissenschaften an der FernUniversität. Als Bundespressesprecher ist er heute für die Piratenpartei Deutschland tätig. „Ich habe mich als Mitglied des Senats der Universität vehement gegen die Einführung der Grundgebühr eingesetzt. Sie ist eine verkappte Studiengebühr, toleriert von der rot-grünen NRW-Landesregierung, die fadenscheinig vorgibt, Studiengebühren abzulehnen und damit aktuell Wahlkampf macht. Interveniert hat sie an der FernUni jedoch nicht“, So Hesse, der seinerzeit bis Mitte 2016 für die Grüne Hochschulgruppe Hagen (GHG), die Piraten Hochschulgruppe Hagen und die Linken dem wichtigsten Gremium der Hochschule angehörte. Mit seinen Urteilen – insgesamt hatten drei Studierende geklagt – hat das OVG die erstinstanzlichen Entscheidungen des Verwaltungsgerichts Arnsberg bestätigt. „Wir Grüne, Piraten und Linke haben damals versucht, dem Senat deutlich zu machen, dass eine derartige Studiengebühr an Deutschlands größter Universität rechtswidrig ist – leider ohne Erfolg. Die Gerichte haben nun in unserem Sinne entschieden. Studiengebühren sorgen dafür, dass junge Menschen aus finanzschwachen Familien und jene, die mit einem Studium aus ihrem schlecht bezahlten Berufsalltag heraus wollen, an einem Studium gehindert werden“, betont Hesse. Die FernUniversität hatte 2013 gegen den Willen der Studierendenvertreter im Senat eine Grundgebühr von monatlich 50 Euro pro Semester eingeführt. „Uns war seinerzeit klar: Was mit 50 Euro anfängt, kann im nächsten oder übernächsten Semester schnell zu einer Gebühr in Höhe von 100, 200 oder gar 500 Euro werden. Lässt man einmal zu, dass eine solche Gebühr kommt, werden die Studierenden sie auf lange Sicht nicht mehr los“, so Hesse. Seine Mitstreiter und er ärgern sich, dass die NRW-SPD und die Grünen im Landtag NRW sich medienwirksam gegen Studiengebühren ausgesprochen, diese aber an der FernUni nicht verhindert haben. Hesse: „Durch die Hintertür sollte eine Studiengebühr eingeführt werden, mit rot-grüner Schützenhilfe an einer ganz normalen staatlichen Universität. Das konnten wir glücklicherweise noch rechtzeitig verhindern!“ Patrick Schiffer, Bundesvorsitzender und Spitzenkandidat der Piratenpartei in NRW für die Bundestagswahl, begrüßt die Entscheidung des OVG: „Der Versuch der Hochschulleitung, mit Rückenwind aus dem SPD-geführten NRW-Wissenschaftsministerium und mit Billigung der Grünen im Landtag, Studiengebühren durch die Hintertür an der größten staatlichen Universität der Bundesrepublik Deutschland einzuführen, ist glücklicherweise gescheitert. In … Weiterlesen

Bundesparteitag BPT171 der Piraten – Erlebnisbericht

Bundesparteitag BPT171 der Piraten – Erlebnisbericht

Sebastian Nerz spricht auf dem Bundesparteitag 2011.1 der Piraten

An diesem Wochenende fand der Bundesparteitag der #iraten in Düsseldorf statt. Das Ganze konnte am besten über Twitter oder das Wiki verfolgt werden, was mich in meiner Entscheidung, zu den Piraten zu wechseln, mehr und mehr bestärkt. Nach Festlegung der Tagesordnung wurde über einen sehr interessanten Antrag abgestimmt: „Der Bundesparteitag möge beschließen, dieses Wahlprogramm BTW2017 durch die Übernahme des Grundsatzprogramms der Píratar (Piratenpartei Island) zu verabschieden.“ Die ausführliche Diskussion verursachte zunächst einige eingeschnappte Reaktionen bei Wahlprogramm-Antragstellern und führte dann, von der Begeisterung über den isländischen Erfolg bei der letzten Wahl ausgehend, hin zu Erörterungen über Unterschiede in der Bevölkerungszahl, der Kultur Deutschlands und Islands. Ich denke, wir sollten es wagen, neue Wege zu beschreiten. Viele Bürger sind enttäuscht und fühlen sich abgehängt oder unverstanden von den etablierten Parteien. Das knackige, prägnante Programm der Isländer wäre sicher einfacher rüberzubringen als 200 Seiten Text, den zu lesen sowieso keiner Lust hat. Im direkten Gespräch mit dem einzelnen Wähler zählt ohnehin die Meinung des Kandidaten, die natürlich nicht direkt dem Wahlprogramm entspricht, sehr wohl aber dem grundsätzlichen Programm Islands. Leider wurde der Antrag abgelehnt, aber so funktioniert nunmal Demokratie. Einen tollen Antrag für eine Stärkung Europas hat Georg von Boroviczeny eingebracht. „Die Piratenpartei Deutschland setzt sich für eine erweiterte EU-Bürgerschaft ein. Die erweiterte EU-Bürgerschaft sichert ihren Inhabern am Hauptwohnsitz vollumfänglich die gleichen Rechte zu, wie dort beheimateten Menschen mit jeweiliger nationaler Staatsbürgerschaft.“ Meiner Meinung nach wird es Zeit, daß wir uns endlich (wieder) solidarisch gegenüber der Europäischen Union zeigen. Seit es die EU gibt, herrscht Frieden in Europa und seitdem wächst die freie Welt mehr und mehr zusammen. Ich denke, wir sollten den Weg hin zu den USE, den “United States of Europe” nach amerikanischem Vorbild einschlagen. Auch ein Antrag für ein Jugendparlament wurde mit großer Mehrheit von den Piraten angenommen. Mitbestimmung und Demokratie muß bereits im Kindes- und Jugendalter durch die Möglichkeit zur aktiven Beteiligung an Entscheidungsprozessen gefördert werden. Dadurch können zudem Probleme wie Politikverdrossenheit und politische Radikalisierung effektiver bekämpft werden. Sehr interessant auch die Debatte über eine bundesweite einheitliche Genehmigung für Micro-Trenching. „Die Piratenpartei fordert eine flächendeckende, bundesweite Genehmigung und Richtlinie für den Einsatz von Micro-Trenching (Frästechnik) zur Verlegung von Glasfaserleitungen.“ Nach etlichen Pro- und Contra- Reden musste mehrmals abgestimmt und schließlich ausgezählt werden, um sicherzugehen, dass die Zweidrittelmehrheit erreicht wurde. Letztendlich wurde der Antrag knapp angenommen, was meiner Meinung nach die richtige Entscheidung war. Nur mit innovativen Ideen und mutigen Forderungen können wir Deutschlands im internationalen Vergleich bestehendes Defizit bei der Breitbandversorgung aufholen. Der Antrag “Unbegrenztes Datenvolumen bei mobilem Internet” wurde nach hitziger Diskussion angenommen und wandert damit ins Bundes-Wahlprogramm. „Die Piratenpartei setzt sich dafür ein, dass der Staat Telekommunikationsprovider dahingehend reguliert, dass die Datenvolumenbegrenzung von mobilen Internetverträgen ungültig ist.“ Mir geht der Antrag nicht weit genug. Nehmen wir mal an, Provider würden würden gesetzlich verpflichtet, keine volumen- und zeitbasierten Bilanzierungen im Mobilfunk anzuwenden. Was würde sie daran hindern, dies im Festnetz einzuführen? Einige Anbieter machen dies bereits und sollte diese Einnahmequelle im Mobilfunk wegbrechen, wird sicherlich das Festnetz angezapft. … Weiterlesen

Farmaceutische patenten maken van essentiële medicijnen een exclusief luxeproduct

Stijgende zorgkosten zijn een megaprobleem. Sinds 2000 zijn de uitgaven aan de zorg in Nederland verdubbeld, van ruim 46 miljard euro naar 95 miljard euro in 2015. Nu al wordt volgens het Centraal Planbureau 23 procent van het inkomen aan zorg besteed, en als er niets verandert, kan dit in 2040 oplopen tot 36 procent.

Inherente problemen met het patentsysteem maken medicijnen zo duur

Er is een nieuw geneesmiddel om hepatitis C te behandelen,

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