[Opinião] Quando corporações financiam o ativismo social

[Opinião] Quando corporações financiam o ativismo social

O ativismo patrocinado por corporações gera contradições que, por fim, engessam ou imobilizam as organizações ativistas. Por Kannon Sanson* Não se pode efetivamente confrontar o neoliberalismo, nem as elites globalistas que o alimentam, e ao mesmo tempo requerer – e receber – delas o financiamento para isso. Parece óbvio, mas a realidade infelizmente é outra. Há organizações e mais organizações sem fins lucrativos em todo o mundo que, por uma ou outra razão, fazem exatamente isso. Ainda que internamente haja organizações ativistas críticas a essas práticas, a maioria dos participantes não sabe como o Fórum Social Mundial (FSM) é financiado, nem que grande parte desse financiamento é canalizado para a organização do evento pelo seu próprio Conselho Internacional. As três primeiras edições do Fórum, por exemplo, receberam significativas doações da Fundação Ford (que tem estreitas ligações com a CIA[1]) através do seu programa de “Fortalecimento da Sociedade Civil Global”. Em 2004, quando a Índia recebeu o FSM em Mumbai, o financiamento provindo da Fundação Ford foi negado. Mas, isso não mudou absolutamente nada. Com a Ford formalmente retirada, as doações foram meramente realocadas e passaram a vir de outras fundações do mesmo tipo. Financiado o dissenso A edição deste ano, que será realizada em Montreal e pretende reagrupar ativistas sociais comprometidos, coletivos antiguerra e intelectuais proeminentes, está sendo custeada por uma espécie de consórcio de fundações empresariais, incluindo Ford, Rockefeller, Soros etc., protegidas sob o guarda-chuva da Engaged Donors for Global Equity (EDGE) – “Doadores Engajados pela Equidade Global”, numa tradução livre. A EDGE é uma aliança fechada de organizações filantrópicas e, para se tornar membro desse consórcio, é necessário tanto ser aprovado pela diretoria da aliança, como efetuar o pagamento anual de uma taxa; quanto maior a contribuição de uma organização, maior o suporte que ela recebe da aliança. É interessante notar que um dos temas centrais da EDGE, que se define como progressista, é o de transição justa – mudança balanceada da economia extrativista para a economia regenerativa -, mesmo tema que está na mesa de grandes corporações mundiais de energia, cujos crescimentos dependem da diversificação de suas atividades mundo afora. Em 2013, o representante da Fundação Rockfeller Tom Kruse co-presidiu o comitê da EDGE. Na Fundação Rockefeller, Kruse foi responsável pela “Governança Global” no âmbito do programa “Prática Democrática”. As doações da Fundação a ONGs são aprovadas no âmbito do programa de “Fortalecimento da Democracia na Governança Global”, que é muito semelhante aos praticados pela United States Agency for International Development (USAID), Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional do Departamento de Estado dos EUA. Um representante da Open Society Foundation, de George Soros, atualmente se encontra no Conselho de Administração da EDGE. O Fundo Global Wallace, que é especializado na prestação de apoio às ONG “mainstream” e a “mídias alternativas”, incluindo a Anistia Internacional e Democracy Now, também está no seu Conselho de Administração. Um documento chave do FSM de 2012 diz: “Do levante Zapatista em Chiapas (1994) à Batalha de Seattle (1999) e à criação do … Continue reading

Die EU-Datenschutz-Grundverordnung kommt!

Die EU-Datenschutz-Grundverordnung kommt!

ANONYMITÄT - FREIHEIT - NETZ - TIMECODEX CC BY NC ND

Ab dem 25. Mai 2018 tritt die EU-Datenschutz-Grundverordnung in Kraft. Betroffene müssen dann in einfacher Sprache bei der Erhebung von personenbezogenen Informationen transparent darüber aufgeklärt werden, wer verantwortlich für die Datenverarbeitung ist, zu welchen Zwecken die Daten verarbeitet werden, wie die Rechtsgrundlage für die Verarbeitung aussieht, wer die Daten einsehen kann, an wen die Daten weitergeleitet werden, wie lange die Informationen gespeichert werden und ob es eine automatisierte Entscheidungsfindung einschließlich Profiling [1] gibt. Darüber hinaus sollen die Betroffenen bei der Erhebung in einfacher Sprache über ihre Rechte wie Beschwerderecht, Auskunftsrecht und Widerspruchsrecht aufgeklärt werden. Das ist sehr zu begrüßen, denn die jetzige Regelung, dass Verfahrensverzeichnisse [2] erstellt werden sollen, die dann jedermann auf Anfrage in geeigneter Weise zur Verfügung gestellt werden, wird von vielen Organisationen sehr stiefmütterlich behandelt. Erfreulich ist auch, dass die Löschpflicht in der EU-Datenschutz-Grundverordnung verschärft wurde. Heute ist es noch möglich, die Daten zu sperren, wenn die Software das Löschen zu kompliziert macht. Zukünftig sind Informationen zu löschen, wenn deren Zweck und Aufbewahrungsfrist erfüllt sind. Es ist also eine Software einzuführen, mit der das Löschen problemlos möglich ist. Bei den sensitiven Informationen wurden genetische und biometrische Daten ergänzt. Darüber hinaus ist es untersagt, sensitive Daten einer natürlichen Person zu verarbeiten. Hier gibt es Ausnahmen für Parteien und andere Organisationen ohne Gewinnabsichten sowie für bestimmte rechtliche Grundlagen. Es gibt noch eine Reihe weiterer Regelungen, die den Überwachungswahn einschränken. Wir fordern schon jetzt, dass die Landesregierungen den Beauftragten für Datenschutz und Informationsfreiheit erheblich mehr Geld und Personal zur Verfügung stellen, damit die Behörden endlich effektiver arbeiten können.   Fussnote: [1] Profiling: Jede Art der automatisierten Verarbeitung, die darin besteht, dass personenbezogene Daten verwendet werden, um betimmte persönliche Aspekte zu bewerten, zu analysieren oder vorherzusagen. Das betrifft insbesondere Aspekte bezüglich Arbeitsleistung, wirtschaftliche Lage, Gesundheit, persönliche Vorlieben, Interessen, Zuverlässigkeiten, Verhalten, Aufenthaltsort oder Ortswechsel [2] Verfahrensverzeichnis: Angaben nach BDSG §4e (Bundesdatenschutzgesetz), die gemacht werden müssen, wenn personenbezogene Daten elektronisch erhoben, gespeichert oder verarbeitet werden.   Susanne Holzgraefe ist Expertin für Datenschutz und Informationsfreiheit und Listenkandidatin (Platz 34) der Piratenpartei NRW für die Landtagswahl 2017

Pirate Party cautious about proposed privacy reforms

The Pirate Party urges caution following the announcement by the Attorney-General, Senator George Brandis, that retrospective legislation will be introduced to criminalise the re-identification of de-identified government data. The threat of retrospective legislation may be a ploy to silence critics of the government for discussing flaws in government-published datasets without due process. Consequently, this may… Continue reading

„Die Zeiten ändern sich!“: PIRATEN veranstalten die Hanfdemo 2016 in Halle

„Die Zeiten ändern sich!“: PIRATEN veranstalten die Hanfdemo 2016 in Halle

Nutzhanf_CC-BY_SOBIESKI_PHOTOGRAPHY

Am Samstag, 1. Oktober, findet in Halle die Hanfdemo 2016 statt. Veranstalter ist der Landesverband Sachsen-Anhalt der Piratenpartei. Die Demonstration, mit einem umfangreichen Programm gespickt, startet um 11:30 Uhr. Für gute Live-Musik, Reden und viele Informationen zum Thema Cannabis wird gesorgt. Anbei ein kurzer Auszug aus dem bunten Programm der Versammlung: 10.00 Uhr: Aufbau Bühne, Info- und Aktionsstände 12.30 Uhr: Demo-Umzug 13.30 Uhr: Split & Querbass 15.00 Uhr: Kurt Reißner 16.30 Uhr: Redebeiträge und Musik 18.30 Uhr: Die Räsoneure 20.30 Uhr: John Banse & Rusted Dream Machine 22.00 Uhr: Ende der Versammlung Der themenpolitische Sprecher für Drogen- und Suchtpolitik der Piratenpartei, Andreas Vivarelli, hofft auf viele Besucher, die sich für die Freiheit des Individuums einsetzen und gegen die gescheiterte Prohibition demonstrieren werden: »Demonstrationen sind wichtig, damit sich die Zeiten ändern. Das Engagement der PIRATEN aus Sachsen begeistert mich, ich wünsche viel Erfolg und Aufmerksamkeit.«    

Quantas assinaturas faltam para oficializar o Partido Pirata?

por Wilson Cardoso A pergunta que não quer calar. Toda vez que postamos algum texto ou meme de maior alcance no nosso site ou redes sociais sempre surge a questão de como anda o processo de coleta ou quantas assinaturas faltam para o Partido Pirata finalmente se oficializar. Esse é um comentário tão, mas tão frequente que resolvermos escrever esse texto apenas para explicar essa questão complicada. Em primeiro lugar, vamos esclarecer em que pé estamos. O Partido Pirata foi oficialmente fundado no Recife em 2012 e já contou com a realização de sua primeira Assembleia em 2014, culminando com a publicação tanto do seu Estatuto quanto do seu Programa no Diário Oficial – uma pequena brincadeira que já custou mais de 20 mil reais coletados de maneira colaborativa entre membros e simpatizantes. O TSE já reconhece o Partido Pirata como um Partido em Formação e com status de Associação de caráter pré-partidário. Além disso, conseguimos obter com sucesso um mandado de segurança para a emissão de um número de CNPJ. Atualmente o Partido Pirata se encontra na fase de coleta de assinaturas, sendo necessário coletar cerca de 486 mil assinaturas para ser oficializado (o número exato varia e é atualizado após as eleições federais, contabilizado por 0,5% do total de votos válidos para a câmara federal). Além disso, as regras estipuladas pelo TSE exigem que desse total de 486 mil assinaturas o partido político em formação colete em 9 unidades federativas o equivalente a 0,1% do eleitorado do respectivo estado. Se conseguíssemos coletar 800 mil assinaturas, mas contando com apoiadores de apenas 8 estados ainda assim não seria o suficiente para a regularização do partido, por mais que a quantidade total seja maior do que o mínimo necessário ainda é preciso atingir esta cota de 0,1% em 9 estados. Em São Paulo, por exemplo, isto equivale a 20.996 assinaturas e em Minas Gerais equivale a 10.119. Dito isso, desde a nossa fundação algumas dezenas de milhares de assinaturas já foram coletadas, mas ainda não foram protocoladas. Não sabemos o número exato, pois o controle do processo de coleta é feito de maneira descentralizada pelos coletivos estaduais.   TSE faz jogo duro… Esse é o primeiro ponto importante desse texto: as regras eleitorais no Brasil são extremamente burocráticas e complicadas. Quando o primeiro Partido Pirata surgiu na Suécia em 2006 as 1.500 assinaturas necessárias para a sua oficialização foram coletadas em seis dias. Já no Brasil são necessárias 486 mil, sendo que desse número cerca de 30% delas são geralmente invalidadas no cartório – como aconteceu com a REDE, geralmente por conflito de assinaturas  – fazendo com que o número total de assinaturas necessárias tenha que passar da casa dos 700 mil. Esse processo que já é bastante complexo se complica ainda mais porque o TSE frequentemente vem mudando as regras, além de outras medidas que tem mostrado uma postura do TSE em buscar dificultar o processo de criação de novos partidos, como proibir o apoio de pessoas que já … Continue reading

Zu Whatsapp & Facebook: “Datenpanscherei ist kein Kavaliersdelikt!”

Zu Whatsapp & Facebook: “Datenpanscherei ist kein Kavaliersdelikt!”

Uli König - Piratenfraktion Schleswig-Holstein

Gefällt mir nicht! Der Hamburger Beauftragte für Datenschutz und Informationsfreiheit hat es Facebook untersagt, Daten von WhatsApp-Nutzern zu erheben und zu speichern. Bei Missachtung drohen drastische Strafen. Dazu der datenschutzpolitische Sprecher der Piratenfraktion im Landtag von Schleswig-Holstein, Uli König: »Wir PIRATEN begrüßen die Anordnung aus Hamburg außerordentlich. Der Abgleich der Nutzerdaten zwischen Facebook und WhatsApp ist zum einen rechtlich höchst fragwürdig: Für die Datenpanscherei existiert keine gültige rechtliche Grundlage – den Nutzern die Pistole auf die Brust zu setzen und eine Zustimmung nach dem Motto “friss oder stirb” einzuholen, ist mehr als nur bedenklich. Für viele Menschen ist WhatsApp der Dreh- und Angelpunkt ihrer Kommunikation. Für diese Menschen kommt ein Verzicht auf Whatsapp der sozialen Selbstisolation gleich. Zum anderen bricht Facebook damit das bei der Übernahme von WhatsApp gegebene Versprechen, keinen Datenaustausch zwischen den Diensten vorzunehmen. Dass die Möglichkeit, dem Datenaustausch zumindest teilweise zu widersprechen, im Kleingedruckten versteckt ist, zeigt, dass anerkannte Grundsätze wie “Privacy by Design” und “Privacy by Default” nicht beachtet werden. Facebook unterhält in Hamburg eine Niederlassung – somit gilt europäisches und deutsches Datenschutzrecht, was im Zweifelsfall gerichtlich durchgesetzt werden muss. Wir PIRATEN setzen uns seit Jahren für besseren Datenschutz ein. Dieses Vorhaben darf auch nicht vor Firmenriesen wie Facebook haltmachen.«

Conceptprogramma PPNL

Beste leden,

Na vele maanden hard werken en vele discussies tot in de kleine uurtjes, hebben we de grote hoeveelheid input van iedereen, oa. via maillijsten en Loomio, verwerkt in een conceptprogramma die we nu aan onze leden kunnen aanbieden. Je kan de standpunten zoals deze nu zijn vastgelegd door de programmacommissie vinden via https://wiki.piratenpartij.nl/partijprogramma2017

Het programma van PPNL wordt door de leden gemaakt. Je hebt als lid nu nog tot 7 oktober om amendementen op dit programma in te dienen bij het presidium,

Lees verder ->

Het bericht Conceptprogramma PPNL verscheen eerst op Piratenpartij.

Conceptprogramma PPNL

Beste leden,

Na vele maanden hard werken en vele discussies tot in de kleine uurtjes, hebben we de grote hoeveelheid input van iedereen, oa. via maillijsten en Loomio, verwerkt in een conceptprogramma die we nu aan onze leden kunnen aanbieden. Je kan de standpunten zoals deze nu zijn vastgelegd door de programmacommissie vinden via https://wiki.piratenpartij.nl/partijprogramma2017

Het programma van PPNL wordt door de leden gemaakt. Je hebt als lid nu nog tot 7 oktober om amendementen op dit programma in te dienen bij het presidium,

Lees verder ->

Het bericht Conceptprogramma PPNL verscheen eerst op Piratenpartij.