Perspectivas Libertárias: “Essa democracia é um mito que devemos destruir”

De tempos em tempos, crises políticas são jogadas ao público, provocando grandes momentos de agitação política nas redes e nas ruas, com cobertura midiática nos alimentando com meias informações, e gerando debates acirrados e polarizados em torno de qual deve ser a solução para tais crises. E aí entram duas opções: solucionar a crise trocando as peças do tabuleiro ou perceber que o tabuleiro é a própria causa da crise. por galdino*   Nosso país, assim como as chamadas “democracias” ao redor do mundo, não é governado por uma pessoa, nem por meia dúzia. Nem mesmo pelo poder executivo, embora a quantidade de decretos saindo dele e passando por cima dos outros dois “poderes” tenha aumentado assustadoramente ao redor do mundo desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Mas o poder simbólico desse cargo ainda é tão grande que qualquer cobertura de um processo eleitoral envolvendo presidência (ou equivalentes no imaginário da população) foca exageradamente nele, como se ali encontrássemos o acontecimento decisivo. E nossas instituições reforçam essa ideia de que a grande decisão sobre os rumos do país é tomada elegendo alguém para a presidência da República. E, em certo sentido, a grande solução para os nossos problemas mais diversos em nível nacional é apresentada como uma escolha correta nesse processo, e toda crise só pode mesmo ser solucionada, evitada, ou amenizada mexendo nesse cargo. Mas o nosso sistema de governo não se resume a isso. Não se resume sequer à esfera pública. Onde são tomadas todas as decisões mais impactantes que movem nossa sociedade? Uma pessoa no cargo de presidência pode vetar leis que já passaram no Senado e na Câmara, mas não pode ficar vetando tudo o tempo todo, mesmo que supostamente esteja fazendo parte de um grupo político rival. É preciso negociar para sustentar as aparências, e é importante que se tente fazer isso longe dos olhos públicos, porque basta parecer que algo não vai bem que toda uma crise política pode se produzir. De onde surgem as ideias de projetos de lei? Como eles se alinham com o interesse de empresas que doam quantidades enormes de dinheiro para tudo quanto é gente de tudo quanto é partido? As recentes revelações vindas da Odebrecht e da JBS apontam definitivamente, para que se saiba sem sombra de dúvida, que nosso sistema político é movido por interesses e poderes que nada têm a ver com discursos em debates eleitorais e panfletos distribuídos na rua. Nós estamos tendo o terrível privilégio de assistir a revelação de parte das entranhas de nosso sistema. Estamos olhando no abismo, e ele quer olhar de volta para nós. Qual a solução para as mais recentes crises? Pessoas falam em “Diretas Já”, eleições indiretas, devolução do cargo à ex-presidente, em eleger a pessoa certa dessa vez. Ora, em geral, já elegemos essas pessoas que aparecem como opções. Elas não saíram de um portal vindas de outra dimensão; elas estão comprometidas com esse sistema, que por sua vez está comprometido com tudo, menos com o … Continue reading

Spitzenkandidatin Anja Hirschel im Gespräch

Am kommenden Sonntag, dem 28. Mai, gibt es um 11 Uhr eine Peira-Matinée  mit Anja Hirschel. Sie ist Spitzenkandidatin der PIRATEN zur Bundestagswahl 2017 sowie Direktkandidatin für den Ulm/Alb-Donau Kreis. Gemeinsam mit Sebastian Alsch…

Não Atire no Mensageiro

texto de Markus Ra Logo após um recente ataque terrorista, membros de governos em todo o mundo renovaram seus pedidos de instalação de backdoors em aplicativos de mensagens criptografadas de ponta-a-ponta. Ao mesmo tempo, jornalistas cometeram um monte de erros em sua cobertura, como de costume. MENSAGENS PRIVADAS O principal medo das pessoas é de que terroristas usem aplicativos criptografados para enviar mensagens secretas para preparar e coordenar seus ataques. De maneira superficial, pode parecer realmente tentador simplesmente banir criptografia ponta-a-ponta com o objetivo de impedir terroristas de trocarem mensagens codificadas. A triste verdade é que isso não irá funcionar. Terroristas estão preparados para enfrentar grandes adversidades para garantir que suas comunicações sejam seguras e que sua tarefa seja bem-sucedida, incluindo a maior de todas as adversidades: sua própria morte. Então, se você banir ou criar um backdoor em aplicativos de mensagens, eles irão imediatamente mudar para uma das seguintes táticas: Criar seus próprios aplicativos. A tecnologia para criar mensagens criptografadas é de conhecimento público. Nos dias de hoje, qualquer pessoa pode criar um mensageiro criptografado de ponta-a-ponta. Esses novos aplicativos poderiam não ter muitos recursos que chamem atenção, e dependeriam de instalação manual, contornando as lojas da Apple ou Google, mas eles funcionariam. Existem boatos de que o Estado Islâmico possui seu próprio aplicativo desde janeiro de 2016. Utilizar linguagem codificada. Esteganografia é a palavra chique que significa esconder uma informação em plena vista. Você pode usar qualquer canal público ou monitorado de forma segura, se apenas você e seu remetente souberem o que significa “Tio Chico vai ao shopping amanhã”. Usar outros métodos de comunicação. Você, um usuário qualquer, talvez não queira comprar um telefone novo, nem fazer uma chamada ou mandar um zap, e então jogar seu celular no lixo. Mas isso é exatamente o que os terroristas em Paris fizeram para se organizar e levar a frente o mais sangrento ataque do Estado Islâmico na Europa até hoje. Como você pode ver, em muitos casos, terroristas sequer precisam mudar alguma coisa. Eles já possuem alternativas perfeitamente viáveis aos aplicativos criptografados existentes. Você, por outro lado, não tem. Pessoas comuns não estão preparadas para encarar o desconforto de aplicativos de difícil usabilidade, e muito menos para usar linguagens secretas ou telefones descartáveis para garantir sua privacidade. Como resultado, a única coisa que backdoors instalados por ordem de governos podem conseguir é a possibilidade de vigilância em massa e expor sua privacidade para hackers ou agentes corruptos de governos. [1] MENSAGENS PÚBLICAS Mas isso não significa que nós não possamos fazer nada em relação aos planos terroristas. Outro uso crucial que terroristas fazem de serviços de comunicação em massa é espalhar suas mensagem e fazer com que maior número de pessoas possíveis fiquem cientes de seus atos. É por isso que tudo quanto é organização terrorista tem usado ultimamente mídias sociais como Twitter, Facebook e outras para publicizar seus conteúdos e ameaças. Canais públicos usados por terroristas ainda surgem de vez em quando, da mesma forma que surgem … Continue reading

Operação higienista na Cracolândia

No último dia 12, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou que a região da Cracolândia seria alvo de uma operação conjunta para combater o tráfico de drogas e também prender traficantes. A ação contaria com forças das Polícias Civil, Militar e Federal, além de agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM), aproximadamente 500 policiais participaram da ação. Entretanto, não havia nenhum agente de saúde ou assistente social mobilizado para esta operação. Hoje, com a retomada aberta do projeto de higienismo declarada sem pudores no discurso truculento de João Dória, os policiais e guardas que estiverem presentes no território se sentiram liberados para intensificar as agressões contra essa população. A megaoperação, que preferiu se vangloriar da execução de 38 ordens de prisão, para a maior parte da população no local se resumiu meramente a uma dispersão violenta de dependentes e da população mais vulnerável para as ruas vizinhas com o claro objetivo de desfazer a feira aberta de venda de drogas que, até aquele momento, na prática operava sob um regime extra-oficial de tolerância. O resultado final dessa política violenta pode ser vista nos “entulhos” espalhados na rua logo após a operação. Removidas por duas escavadeiras, os entulhos misturavam tendas utilizadas na feira aberta com pertences pessoais de moradores no local que habitavam o local e que não tiveram o tempo necessário para retirá-los sob os disparos de bala de borracha e bombas de gás lacrimogênio. O prefeito João Dória, que já havia cancelado o programa de redução de danos conhecido como “Braços Abertos”, não se limitou a aprovar a ação encabeçada pela Polícia Militar sob comando do Governo do Estado, mas também afirmou que todas as pensões que existem no local serão fechadas como uma forma de garantir que os dependentes não voltem a habitar o local. Acreditamos numa política que leve em consideração necessidades de cada um, reduzindo os danos do uso abusivo de drogas. Porém, antes de qualquer medida, é necessário o respeito ao direito básico de existir sem ser agredido. Só assim é possível estabelecer os vínculos e estabelecer uma relação de cuidado para com as pessoas. De acordo com o nosso programa: 18.4. Ocupação urbana sem gentrificação “Piratas defendem que a ocupação do solo urbano deve colocar o interesse social acima do poder econômico. Somos contra a má ocupação do solo urbano e defendemos uma política de cobrança de Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) fortemente progressiva no tempo e no espaço, como forma de coibir a especulação imobiliária e a consequente gentrificação de algumas regiões da cidade e a degradação de outras. Entendemos que áreas degradadas de cidades devem ser reabilitadas, mas levando em consideração o risco da gentrificação. Piratas defendem o estímulo ao aproveitamento do estoque construído em áreas com infra-estrutura, desde que não jogue fora o que interessa das dinâmicas que neles tomam lugar até o momento da intervenção e que as transformações levem ao uso democrático do espaço, tanto nas áreas públicas quanto no destino de imóveis. Piratas apoiam movimentos … Continue reading

Wir wollen kein Dystopia

Scheibchenweise wird versucht, unsere Freiheit abzubauen. Es reicht. Weiterlesen

Veröffentlicht am April 29, 2017 von WinstonSmith

„Themen statt Köpfe“ und „Wir sind glücklich, wenn andere unsere Themen aufgreifen und umsetzen“ . Könnte es sein, dass die Piraten hier dazugelernt haben?

NGO und APO: Die Piratenpartei kann die Position einer NGO oder außerparlamentarischen Oppositionspartei einnehmen. Dafür sparen wir uns die Mühen eines Wahlkampfes. Wir brauchen nur die Themenführerschaft … weiterlesen →

The post Sollen die Piraten zur Nationalrats Wahl antreten? appeared first on Piratenpartei Österreichs.

Ahoi!

Am Dienstag 16.05.2017 fanden sich 12 Interessierte zur Gründungssitzung der AG NRW (Nationalratswahl) im Mumble (NRW, Raum Hufsky) ein.

Die Teilnehmer zeigten sich hoch motiviert, die noch Zweifelnden durch Aktivität und positive Ergebnisse davon zu überzeugen, dass ein Wahlantritt Sinn macht und gelingen kann.

Noch in dieser Woche wird die Arbeit beginnen und die Gruppe hat sich vorgenommen in … weiterlesen →

The post AG Nationalratswahl – Sitzung vom 16.05.2017 appeared first on Piratenpartei Österreichs.